
O outro destaque vai para Carlos, de Olivier Assayas, realizador francês que marca presença regular nos maiores festivais da Europa (e do mundo) e que dispensa apresentações. Desta vez traz-nos uma película que granjeou boas críticas aquando da sua estreia na passada edição do festival de Cannes, sobre Ilich Ramírez Sanchez, o revolucionário venezuelano que criou uma organização terrorista, conhecido pela investida contra a OPEP, em 1975. É um filme grande, com 162 minutos, que está inclusive a ser distribuído como uma mini-série.
No recente Teatro do Bairro, teremos Rubber, de Quentin Dupieux, um filme particularmente pouco ortodoxo para os dias de hoje, sobre um pneu assassino, num registo dos clássicos "série B". O filme ficou mal cotado em Cannes'10, mas seguiu com mais força pelo resto do mundo.
Terão ainda outras hipóteses, que vos convido a não deixar passar, e por isso vos deixo o programa. Passem por cá mais tarde para ficarem a conhecer a cobertura de uma das sessões de hoje.
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